Mongo - Lançando seu primeiro EP no Psycho Carnival 2018

Mongo. Foto: Pri Oliveira / Cwb Live
Por Marcos Anubis. CWB Live
No ano passado, a banda curitibana Mongo fez a sua estreia no Psycho Carnival. O grupo, formado por grandes nomes do Psychobilly de Curitiba, nasceu após o término do Chernobillies, uma das mais tradicionais bandas do estilo na cidade, que encerrou suas atividades em 2016, após 13 anos de estrada.

Um ano depois, G-lerm (vocal), Ariton (guitarra), Matheus Moro (bateria, ex-Ovos Presley, Hillbilly Rawhide e atual Movie Star Trash) e Ricardo Crespo (baixo, ex-Roadrunners, banda rockabilly de São Paulo) retornam ao festival. A banda se apresenta no dia 10 de fevereiro, na segunda noite do evento.

Mesmo com a banda mais consolidada, o show do ano passado ainda está na memória dos integrantes do Mongo. “Foi um show muito especial para nós porque sabíamos que teríamos um público de fora (da cidade e do país) que veria a banda e ouviria aquelas músicas pela primeira vez. Foi como no primeiro show, quando dá aquela ansiedade e o medo de subir no palco, começar a tocar e todo mundo achar uma merda. Mas felizmente não foi isso que aconteceu, aliás, estamos percebendo nos shows que a receptividade do público sempre é muito positiva”, relembra G-Lerm.


Já em relação ao som que o Chernobillies fazia, a banda faz questão de ressaltar que as características são totalmente diferentes. “Mudou tudo. É outra banda, são outras pessoas e mesmo eu e o Ariton, que fazíamos parte do Chernobillies, somos outras pessoas hoje. Não dá pra fazer uma comparação do Mongo com o Chernobillies. O Cherno acabou. Foi bom enquanto durou, mas já era. Mongo é outra coisa e o público já entendeu isso”, afirma.

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Sobre Bone Shaker

Idealizador do site Psychobilly Brasil. Carioca, pai, esposo, trabalhador, aprendiz de baterista e entusiasta na internet. Formado em História e amante da música. Descobriu o Psychobilly com o Sick Sick Sinners e desde então decidiu que queria aquilo para sua vida. É baterista da banda Skullbillies a qual tem uma relação de amor e ódio.
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