Crazy Horses - Amaldiçoados Pelo Ritmo

Crazy Horses no Psycho Carnival 2014 - Fotos: Camila Zanon
"Após uma maldição numa noite de sexta-feira 13, três psychos de Londrina foram transformados em homens cavalos possuídos por um ritmo Western Psychobilly. Desde então, eles sofrem essa transformação em noites terríveis que reúnem pessoas estranhas para cultuar o Psychobilly, onde geralmente eles apresentam seu som amaldiçoado.” 

O Crazy Horses, banda de Londrina no Paraná foi formado em 2005. Desde então, a banda ainda continua de pé, galopando pelo mundão a fora e dando coices por onde passa. Conversamos com Johnny Horse, vocalista e baixista da banda que contou um pouquinho da história da banda e dos projetos futuros. 

PB – Conte-nos um pouco como começou a banda, as mudanças de formação. Vocês esperavam ficar tanto tempo assim na estrada quando iniciaram a banda? 
Johhny - Na verdade, tivemos duas mudanças na formação. O batera Iron Horse em 2005 (que foi substituído por Junkie Horse) e o guitarrista Dead Horse em 2006 (substituído por Marine Horse). No começo, na verdade queríamos tocar para os amigos e somar para tudo crescer. Não sabíamos onde queríamos chegar, mas uma energia muito forte nos movia sempre a continuar e com a participação no Psycho carnival em 2006 ficamos conhecidos no mundo todo. Fizemos vários amigos por todo lado.

PB - O álbum “Down Hill”, lançado em 2007 foi gravado e produzido totalmente independente. O disco é sensacional com aquele clima de morte no velho oeste e uma pegada marcante no ritmo da música. Como foi o processo de gravação e composição das músicas deste CD?
Johnny - Nossas músicas surgiram com o dia a dia na rua coisas que passamos e transformamos em música do nosso jeito de ver as coisas. Histórias próprias, fatos reais. Já a gravação apenas íamos fazer o registro das músicas pois o guitarra tava indo pro Japão. Preparamos tudo e tínhamos um mesa digital, chamamos nosso parceiro Frenetic Z pra captar os áudios e ficamos 4 dias até gravar tudo. No final ficou bom e lançamos então o Down Hill.

PB - E a previsão de lançamento de um novo álbum? 
Johnny - Precisão que até setembro saia finalmente o “Drug Cup” depois de longos anos de espera.

PB - E atualmente, mantemos a mesma formação da banda? 
Johnny – Johnny Horse (vocal e baixo), Junkie Horse (bateria) e Marine Horse (guitarra). Formação atual desde 2006 quando fomos participar no 2º Hellveillon em Londrina, onde podemos contar com a participação do Mutant Cox (Sick Sick Sinners) nesse show.
Bar.Bearia em Londrina, PR, em 2016. Foto: Andrez Truber
PB - É verdade que cada “horseman” que passou pela formação foi marcado com uma tatuagem de ferradura com o nome da banda?
Johhny - Sim é verdade! E hoje, no total são 9 entre os cara da banda e amigos especiais.


PB - Vocês tocaram em Outubro de 2016 em Goiânia no 1º Rock Salsicha Festival e em vários shows no final de 2016, estarão também no line-up do Psycho Carnival de 2017. Temos então um retorno do Crazy Horses ao cenário. 
Johnny - Desde que voltamos para “Blood farm!” Fizemos vários shows em Londrina indo até Goiânia e mais 3 shows antes do Carnival. E o carnaval chegando vai ser foda! Nosso sonho de início da banda era um dia tocar lá e hoje estamos indo para o nosso nono show nesse grande evento. Vitrine que nos mostrou para o mundo.


Stay Psycho!
Share on Google Plus

About Bone Shaker

Idealizador do site Psychobilly Brasil. Carioca, pai, esposo, trabalhador, aprendiz de baterista e entusiasta na internet. Formado em História e amante da música. Descobriu o Psychobilly com o Sick Sick Sinners e desde então decidiu que queria aquilo para sua vida. É baterista da banda Skullbillies a qual tem uma relação de amor e ódio.
    COMENTAR COM GOOGLE
    COMENTAR COM FACEBOOK

0 comentários:

Postar um comentário

O Psychobilly Brasil agradece a sua participação. Volte mais vezes!
Stay Psycho!